Departamento de Patologia - VPT
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo

Infraestrutura

O Programa está sediado em dois campi da USP: São Paulo e Pirassununga. Tanto em São Paulo como em Pirassununga, há laboratórios e biotérios modernos que possuem equipamentos e aparelhos de última geração adquiridos com verbas de agências de fomento a pesquisa. 


Campus São Paulo

1) Laboratório de Histopatologia (Responsáveis: Prof. Dr. Paulo César Maiorka e Prof. Dr. Frederico Azevedo da Costa Pinto)

No laboratório é realizado o processamento de materiais e a confecção de lâminas histológicas para a finalidade de diagnóstico de rotina e de pesquisa. Possui estrutura física para permitir que os próprios pós-graduandos processem seus materiais, complementando sua formação. Atualmente, o laboratório realiza as técnicas rotineiras de coloração, bem como colorações específicas (histoquímica) e preparação de materiais para imuno-histoquímica.

2) Laboratório de Farmacologia Aplicada e Toxicologia (Responsáveis: Profa. Dra. Helenice de Souza Spinosa e Profa. Dra. Cristina de Oliveira Massoco Salles Gomes)

Este laboratório atende ao ensino, tanto de graduação como de pós-graduação, além de pesquisa científica, realizando estudos sobre fármacos e agentes tóxicos de ação no sistema nervoso central, na esfera reprodutiva, no desenvolvimento animal e no sistema imune. São serviços oferecidos: ensaios de toxicidade, ensaios de toxicologia da reprodução, dosagens de neurotransmissores, bioquímica sanguínea e hemograma. Além disso, o laboratório conta com infraestrutura para cultivo celular, programas analisadores de imagens e para processamento e leitura de kits de Elisa. Veja mais!

3) Laboratório de Diagnóstico Toxicológico (Responsáveis: Profa. Dra. Helenice de Souza Spinosa e Dr. Jorge Camilo Flório)

Este laboratório desenvolve e aprimora técnicas que visam auxiliar o diagnóstico das intoxicações em Medicina Veterinária. Para tanto dispõe de métodos analíticos que empregam principalmente a cromatografia, tanto em camada delgada (CCD), como a líquida de alta performance (HPLC) para a identificação de agentes tóxicos. São serviços oferecidos o auxílio para o diagnóstico de intoxicação por praguicidas inibidores da colinesterase (organofosforados e carbamatos), cumarínicos, alcalóides (estricnina), arsênico e cianeto.

4) Laboratório de Neurobiologia (Responsável: Prof. Dr. Luciano F. Felício)

O laboratório está centrado na pesquisa comportamental e nos aspectos da biologia molecular ligadas ao estudo do comportamento maternal, estresse e interação neuroimune. O laboratório possui infra-estrutura moderna para estudos comportamentais, como área de experimentação em comportamento animal, programas analisadores de imagens, além de ampla estrutura para avaliação fenotípica e genotípica dos comportamentos, tais como RT-PCR, C-DNA microarray e o laser capture microdissection microscope

5) Laboratório de Neuroimunomodulação (Responsáveis: Prof. Dr. João Palermo Neto e Profa. Dra. Cristina de Oliveira Massoco Salles Gomes)

Nesse laboratório são analisadas as interações entre comportamento, atividade do eixo hipotálamo-hipófise adrenal, neurotransmissores centrais e imunidade. Em especial, analisam-se os efeitos do estresse e de medicamentos com ação no Sistema Nervoso Central sobre esses parâmetros empregando-se, para tanto, análises comportamentais, dosagens neuroquímicas e citometria de fluxo para analisar a imunidade inata.

6) Laboratório de  Laboratório de Ornitopatologia II  (Responsável: Profa. Dra.Tânia de Freitas Raso)

O Laboratório de Ornitopatologia II foi criado em 2007 e tem como foco principal o estudo da Chlamydophila psittaci. As pesquisas são centradas no diagnóstico, caracterização epidemiológica e molecular dos diferentes sorovares deste agente no Brasil; potencial zoonótico e impacto da doença (clamidiose nas aves e psitacose nos seres humanos) na saúde animal e humana Veja mais!

7) Laboratório de Patologia Comparada de Animais Silvestres (Responsáveis: Profa. Dra. Eliana Reiko Matushima e Prof.Dr. José Luiz Catão Dias)

Este laboratório conta com uma estrutura laboratorial para o desenvolvimento de pesquisas voltadas ao diagnóstico microbiológico, hematológico e parasitológico de materiais provenientes de animais silvestres, visando o estudo das principais afecções desses animais, seja no contexto etiológico como da patogenia dos processos. Este laboratório tem como objetivo estudar as principais afecções (infecciosas e não infecciosas) que acometem essas espécies, envolvendo tanto animais mantidos em cativeiro como de vida livre. Veja mais!

8) Laboratório de Patologia Morfológica e Molecular (LAPMOL)  (Responsável: Prof. Dr. Bruno Cogliati)

O Laboratório de Patologia Morfológica e Molecular (LAPMOL) atua em duas grandes áreas de pesquisa: Hepatologia Experimental e Comparada e Genética Molecular em Cães e Gatos. Assim, o laboratório desenvolve diferentes linhas de pesquisas no contexto das doenças hepáticas, utilizando uma abordagem multidisciplinar e comparada. O LAPMOL também atua no estudo das doenças genéticas em felinos, como a Doença Renal Policística Autossômica Dominante e a Cardiomiopatia Hipertrófica em gatos da raça Persa. Atualmente o LAPMOL está instalado em uma área de 40 m², divididos em Setor de Cultura de Células e Setor de Imunohistoquímia e Biologia Molecular. A Sala de Cultura de Células, utilizada para o cultivo de linhagens celulares e teste de drogas e extratos de plantas medicinais, está equipada com fluxo laminar, estufa de CO2, centrífuga, banho-maria e microscópio invertido. Veja mais!

9) Laboratório de Oncologia Experimental e Comparada (Responsável: Profa. Dra. Maria Lúcia Zaidan Dagli)

O Laboratório iniciou os seus estudos utilizando o tumor transplantável de Ehrlich realizados pelo Prof. Dr. José Luiz Guerra. O Laboratório conta com equipamentos destinados à realização de técnicas de biologia molecular, como termociclador, Real-Time PCR, sala para cultivos celulares, equipamento para Western Blot, microscópio de microdissecção a laser, além de scanner para microarrays, sistema GE Healthcare e sistemas de análise de imagens. Assim, está estruturalmente preparado para realizar técnicas de biologia molecular para o estudo de neoplasias, bem como cultivos celulares, imunoistoquímica e análise de imagens. Além dos estudos experimentais in vivo, realiza experimentos com modelos de carcinogênese in vitro, particularmente, estuda carcinogênese mamária e pulmonar. É pioneiro na FMVZ no estudo de animais geneticamente modificados, tendo trazido em 2001, camundongos geneticamente modificados oriundos da International Agency for Research on Cancer, da cidade de Lyon, França.

10) Laboratório de Ornitopatologia I (Responsável: Prof. Dr. Antonio José Piantino Ferreira)

Este laboratório tem como objetivo estudar doenças de aves de produção, o desenvolvimento de antimicrobianos e de medicamentos para o controle de toxiinfecção alimentar no homem. Realiza diagnóstico de doenças aviárias empregando, inclusive, técnicas moleculares (PCR). Isola e caracteriza vírus entéricos e respiratórios de aves comerciais e silvestres. Desenvolve imunobiológicos para uso em avicultura. Realiza a determinação do perfil de susceptibilidade em bactérias de origem aviárias aos antimicrobianos de uso em avicultura. A infraestrutura é composta de um Centro Experimental em Patologia Aviária (CEPA), sala de isolamento para o estudo de agentes infecto-contagiosos e de um Ambulatório de Aves, vinculado ao HOVET da FMVZ, para o atendimento clínico de aves silvestres e comerciais. O laboratório dedica-se ao estudo das enfermidades bacterianas, como salmonelose e colibacilose aviária, e as viroses, como bronquite infecciosa, laringotraqueíte infecciosa e as infecções provocadas por metapneumovirus aviários.

11) Laboratório de Neuropatologia Experimental e Comparada (Responsável: Prof. Dr. Paulo César Maiorka)

Este laboratório tem por finalidade a caracterização da etiopatogenia de doenças espontâneas do sistema nervoso de animais e a criação e avaliação de modelos experimentais de doenças deste sistema. Também atua no desenvolvimento de métodos de diagnóstico, colheita de dados e processamento de informação epidemiológica sobre doenças do sistema nervoso de animais domésticos. São conduzidos estudos com uso de animais geneticamente modificados e animais clonados. O laboratório conta com um aparelho de microarranjo de tecidos (tissue array - único em Faculdade de Medicina Veterinária na América Latina), termocicladores G&E, cubas de Eletroforese em gel, um microscópio trinocular acoplado a data show para seminários de lâminas da AFIP (Armed Forces Institute of Pathology - USA). O laboratório possui equipamentos para o processamento de tecidos para imunoistoquímica e histoquímica para análise de proteínas e de glicoproteínas em processos patológicos de animais domésticos. Além disso, o laboratório vem atuando na área de Medicina Veterinária Legal, com implementação de métodos moleculares como ferramenta no auxílio à perícia em Medicina Veterinária.

12) Laboratório de Gastroenteropatia Experimental e Comparada (Responsável: Profa. Dra. Lílian Rose Marques de Sá)

O laboratório tem como objetivo principal estudar processos entéricos, utilizando como modelo "A Síndrome de Emagrecimento Progressivo dos Calitriquídeos (SEP)", na qual o sagui é a espécie animal que desenvolve naturalmente má-absorção em condições de cativeiro. O laboratório realiza o diagnóstico anatomopatológico de gastroenteropatias, bem como avaliação laboratorial do sistema digestório. A infraestrutura do laboratório conta com uma sala com equipamentos para o processamento anátomo-patológico de amostras provenientes de afecções gastrintestinais; uma sala de necropsia e uma sala de lavagem de materiais.

13) Laboratório de Inflamação (Responsável: Prof. Dr. Frederico Azevedo da Costa Pinto)

Laboratório inserido na linha de pesquisa em neuroimunomodulação. Possui estrutura básica de laboratórios biomédicos (geladeira, freezer, capela de exaustão, pH-metro, balança, agitador de tubos, microcentrífuga e outros) é utilizado principalmente para preparo de amostras e realização de imunoistoquímica de encéfalo de roedores para avaliação de atividade neuronal.

14) Biotérios (responsáveis: Profa .Dra. Helenice de Souza Spinosa e Responsável Técnica Dra. Claudia  Madalena C. Mori)

O biotério de roedores do Departamento de Patologia possui 650m2 de área construída. A infra-esturura de equipamentos é constituída por duas autoclaves horizontais, lavadora de gaiolas e sistema de ar condicionado central composto por um chiller e três equipamentos tipo self-contained. Destina-se à produção, manutenção e experimentação de roedores e, atualmente, produz cerca de 12.000 animais por ano, das seguintes espécies e linhagens: ratos Wistar Hannover (39% do total); camundongos: Swiss Webster, A/J, BALB/c, BALB/c nude, C57BL/6, C3H/HeJ e C3H/HePas, além de várias linhagens geneticamente modificadas (59% do total) e hamster sírio (2% do total).

15) Equipamentos multiusuários

- Freezers -80º C com sistema de back-up de CO2 da Thermo Fisher Scientific

- Estufas de CO2 com jaqueta água marca Thermo Fisher Scientific.

- Microscópios: Sistema Modular de Microscopia em ótica CFIE InfinitaHC com sistema de contraste de fase e sistema completo de EPI-Fluorescencia - NIKON

- Microscópios: Sistema modular de microscopia invertida – Nikon

- Microscópio: Câmara digital profissional com 12 milhões de pixels de resolução e captura de alta performance e sensibilidade para imagens de fluorescência e contraste – NIKON

- Sistema de Liofilizador S -Multi congelador e secador de amostras da Thermo Fisher Scientific (Instituto Biológico)

- Rotaevapodores

- Câmara de CO2 para eutanásia de roedores

- pHmetro digital microprocessado BEL

- Microcomputadores alocados em duas salas de pós-graduandos e uma sala de pós-doutorandos


Campus Pirassununga

Centro de Pesquisas em Toxicologia Veterinária – CEPTOX (Responsável Profa. Dra. Silvana L. Górniak).

O CEPTOX é uma extensão do Departamento de Patologia, no Campus Administrativo de Pirassununga. Este Centro foi criado em 1988 para desenvolver pesquisas com plantas tóxicas, teratologia e estudar os efeitos de agentes tóxicos em animais de produção, visando reduzir os prejuízos causados à pecuária brasileira. Atualmente, este laboratório possibilita a realização de pesquisas em toxicologia (inclusive imunotoxicologia), patologia e farmacologia envolvendo roedores e as seguintes espécies de animais domésticos: bovinos, caprinos, suínos, coelhos e aves.

O CEPTOX ocupa uma área de 1.138 m2, na qual estão inseridos laboratórios bem equipados, salas de pós-graduandos e docentes. Além disso, conta com três instalações para manutenção de caprinos, biotérios de ratos, camundongos e coelhos, local de armanezamento de materiais de manejo com animais, bretes, pasto de aproximadamente dois alqueires onde são mantidos bovinos. Para o manejo dos animais de produção o CEPTOX conta com um trator com carreta que permite independência no trato dos animais que lá se encontram. 

Para melhor acomodar os pós-graduandos e pesquisadores que desenvolvem suas pesquisas no Campus de Pirassununga, este Centro possui residência que permite a acomodação confortável para pelo menos 12 pessoas. Veja mais!

            

                    

 

                     

 

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